15/07/2026 |
Uma trajetória construída pela união, fortalecida pelo trabalho e guiada pela convicção de que o desenvolvimento só faz sentido quando é compartilhado
“Há 29 anos, um grupo de 29 produtores decidiu enxergar além do campo. Hoje, são mais de 13 mil famílias que, todos os dias, confiam umas nas outras. Essa é a verdadeira riqueza da Primato: não são os números, são as pessoas à frente deles.” A frase de Anderson Léo Sabadin, presidente da Primato Cooperativa Agroindustrial, resume, em poucas palavras, quase três décadas de uma trajetória que começou pequena, no leite ordenhado à mão, e hoje atravessa o Brasil com indústria, varejo, agronegócio, crédito e seguros.
Corria o ano de 1997 quando 29 produtores rurais da região Oeste do Paraná se reuniram e decidiram, juntos, criar a Cooperlac. O nome, uma homenagem direta ao leite que unia aquelas famílias, carregava também uma aposta: a de que, cooperados, teriam mais força para enfrentar um mercado que sempre foi implacável com quem trabalha sozinho.
Não havia garantias. Havia, sim, a certeza de que a união faria a diferença e a história provaria que estavam certos. Ano após ano, a pequena cooperativa foi crescendo, atraindo novos produtores, ampliando sua estrutura e, décadas depois, se transformando na Primato Cooperativa Agroindustrial, uma das principais cooperativas agroindustriais do país.
Quando os números contam uma história
Os números da Primato impressionam, mas cada um deles tem nome, sobrenome e uma propriedade rural por trás. São mais de 13 mil cooperados espalhados por mais de 420 municípios, atendidos por 53 unidades de negócio.
A cooperativa deixou de ser apenas uma recebedora de leite e de suínos e se diversificou: hoje soma indústria, varejo, agronegócio, a financeira Primato Credi e a Corretora de Seguros, um ecossistema pensado para estar ao lado do produtor em cada etapa da sua jornada, da porteira da propriedade até a prateleira do supermercado.
Essa diversificação não é acaso. É resposta direta a uma pergunta que a cooperativa nunca deixou de fazer: do que o produtor precisa para crescer com segurança?
Para o presidente da Primato, a resposta passa diretamente pela agroindustrialização. “É o caminho para transformar produção em prosperidade. Quando a Primato industrializa, ela não agrega valor apenas aos produtos; agrega valor às propriedades, às famílias cooperadas, aos colaboradores e às comunidades. É um modelo que gera emprego, renda, inovação e fortalece o futuro do cooperativismo, fazendo com que a riqueza produzida no campo permaneça na nossa região e retorne para quem realmente a constrói: os cooperados”, destaca.
Na prática, esse movimento significa transformar a produção do campo em alimentos que chegam a diferentes mercados. “A Primato transforma o grão em proteína animal, o milho e a soja em carne, e agrega valor ao leite. Muitas vezes, o produtor sozinho não teria condições de alcançar outros mercados e levar sua produção para diferentes países. Por meio da cooperativa, aquilo que nasce no campo se transforma em alimentos que abastecem o Brasil e chegam a diversos lugares do mundo”, afirma Sabadin.
Para ele, há algo nobre nessa missão: “fazer com que os produtos da marca Primato estejam presentes na mesa, em cada refeição, de tantas famílias. É uma missão muito linda, que nos move todos os dias.”
“Não é só faturamento. É aumentar a renda do cooperado, fortalecer a sucessão familiar e promover o desenvolvimento sustentável da região. É alimentar um mundo saudável, com comida de verdade. É a Primato, todos os dias, mais presente na sua mesa”, completa o presidente da cooperativa.
Um retrato do que a Primato representa
Se há uma história capaz de traduzir em números o que significa, na prática, ser cooperado da Primato, ela pode ser contada na propriedade da família Deimling. Lá, três matrículas trabalham exclusivamente com a cooperativa, entre bovinocultura de leite, suinocultura de terminação e produção de grãos.
Katiely Anschau Deimling é cooperada há seis anos, mas a parceria da família com a Primato começou antes, em 2017, quando seu esposo, Daniel Deimling, se tornou cooperado. "Nossa família atua na produção agropecuária, com bovinocultura de leite, suinocultura de terminação e produção de grãos, entregando a produção para a Primato com a confiança de que ela será valorizada e comercializada com responsabilidade e qualidade", conta Katiely.
Para ela, a decisão de permanecer ligada à cooperativa nunca foi baseada apenas em números. "O que mais nos motivou foi a credibilidade da Primato, a proximidade com os produtores, a segurança na comercialização da produção e o suporte técnico oferecido aos cooperados. Desde que ingressamos na cooperativa acompanhamos seu crescimento, sendo possível fortalecer ainda mais a parceria construída ao longo desse período."
É esse tipo de relação, construída, testada e renovada ano após ano, que explica por que a Primato deixou de ser apenas uma cooperativa e passou a ser, para muitas famílias, sinônimo de futuro. "Hoje, a Primato representa parceria, confiança e desenvolvimento. É uma cooperativa que caminha ao lado do produtor, apoiando o crescimento da propriedade e contribuindo para um futuro melhor para toda a família", resume Katiely.
Ela também destaca o suporte que vai além da comercialização: "A cooperativa contribui por meio da assistência técnica, da oferta de insumos de qualidade, do acesso à informação e da segurança na comercialização da produção. Isso nos dá mais tranquilidade para investir e buscar melhores resultados dentro da propriedade."
E fecha com uma reflexão que poderia ser a síntese dos 29 anos de história: "O crescimento da cooperativa é reflexo da força de seus cooperados. Quando a cooperativa cresce, amplia oportunidades, fortalece sua estrutura, oferece mais benefícios e cria melhores condições para que os produtores cresçam junto."
Outras formas de estar ao lado de quem produz
Se a lavoura e o curral são o coração da propriedade rural, o acesso a crédito e proteção financeira costuma ser o que decide se um projeto sai do papel ou não. Por isso, a Primato Credi, filiada ao sistema Cresol, hoje caminha lado a lado com o cooperado em decisões que vão muito além da porteira.
"Estamos ao lado do produtor em cada etapa do seu negócio, oferecendo tudo o que ele precisa para crescer com segurança. Nosso papel é facilitar o acesso ao crédito, simplificar processos e dar ao cooperado a tranquilidade de saber que tem, ao seu lado, uma estrutura pensada para atender suas necessidades com agilidade e confiança", afirma Cezar Luiz Dondoni, presidente da Primato Credi.
A fala de Dondoni traduz um movimento essencial da cooperativa: o de entender que produzir alimento de qualidade também depende de acesso facilitado a ferramentas financeiras, e que cuidar do produtor é cuidar de toda a cadeia.
Uma missão que não muda, mesmo quando tudo cresce
Por trás da indústria, do varejo, do agronegócio, da financeira e da corretora de seguros, existe um fio condutor que não se perdeu ao longo dessas quase três décadas: a missão de produzir alimentos saudáveis por meio da cooperação, da inovação e da sustentabilidade, garantindo renda a cooperados e colaboradores.
É esse compromisso, o de atender com qualidade, eficiência e agilidade, que segue fortalecendo a produtividade no campo de forma sólida e sustentável, propriedade por propriedade, família por família.
Dos 29 produtores que, em 1997, apostaram na força da união, aos mais de 13 mil cooperados que hoje sustentam uma das maiores cooperativas agroindustriais do país, a Primato segue provando que crescer ao lado das pessoas é a forma mais duradoura de construir futuro.